Não aprender com a História é complicado; não seria a primeira nem a segunda vez - penso aqui - que os israelenses tem problemas graves e podem ou não serem expulsos da região. Explico-me: Conseguem antipatia não só do chamado mundo árabe, mas de boa parte da orbe. Ajuda: dos EUA? Até quando os EUA forem o que são (talvez minha minha geração sempre os verá e eles serão assim, tão poderosos) isso pode se manter. Mas e depois? Aí nossos netos estudarão a 3a. grande diáspora? Vão me chamar de antissemita, ou pior! mas é o que a História pode indicar (INDICAR - para os burros, desculpem o termo, é ter certeza que assim será o processo histórico) Para mim, pelo menos, indica um processo possível. Quando criança ainda escutei do meus avós que chineses comunistas comiam crianças, sou do interior, mas não sou ancião - e a gigante China se levantou e se levanta economicamente sobre as próprias pedras caídas (seu povo sofridos na maioria?) de sua muralha milenar. E culturalmente também, o interesse em aprender chinês, há escolas que já oferecem o mandarim como língua estrangeira, etc. 1989 quase não se comenta, direitos humanos por alguns ativistas, mas o milagre econômico é falado (não pode ser negado ipso facto) por ninguém. Um susto histórico tenho a cada vez que leio algo sobre a China: tanto positivo como negativo, mas não posso negar os fatos que a história é dinâmica - sei lá se linear ou não, nem me interessa (mentira, acho um problema filosófico e tanto). E se tudo mudar muito rápido? Tantos prêmios nobeis e tantas oportunidades a um país e não pensam (Israel e EUA) nisso, acabam com a diplomacia entre fronteiras e entre distantes, deveriam pensar um pouco mais (filosoficamente). Mas lembro antes que me acusem: JUDEU É DIFERENTE DE ISRAELENSE, E PALESTINO DIFERENTE DE ISLÂMICO OU ÁRABE. É um problema para poucos que pode atingir muitos. Agora vou para meu abrigo atrás da lavanderia porque posso ser considerado membro de Al-Qaeda ou do Hamas (se falasse contra nosso governo, poderia ser preso como medida de precaução). Não "passo a mão" na cabeça de ninguém, até por "cafuné" nada resolveria agora, sei que o Hamas faria o mesmo se Israel não tivesse sistema antimísseis, mas proporcionalidade é um conceito que se aplica entre forças em equilíbrio, o que na história presente não se dá. Um pouco de lógica e Filosofia da História poderia ajudar a pensar, ofereçamos essas aulas a ambos os lados, mas será em árabe, o idioma da maioria devido a proporcionalidade, ok? Ah, serei morto por escrever isso (...).
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