domingo, 23 de agosto de 2009
Beirut
Ultimamente esse nome ou coisa codificado sobre o conjunto de fonemas b / e / j / r / u ‘ / t tem me acompanhado (queria tanto que o português tivesse um verbo como mitlaufen do alemão, co-seguir em diante, co-correr, talvez por isso só se filosofe direito em alemão, na ja, saudades do quando assim fazia e que não se tem como dizer nessa germanicidade). No passado infantil adulto demais, a cidade de Beirut sempre era parte do meu imaginário – atores a traziam até mim. Agora música, certo encanto por algo que não tem nada demais, apenas o reconhecimento de que o sentimento de prazer de contemplar algo que pode ser belo não é intelectual somente, mas emotivo também. Acho que Kant já pensou isso ... (na realidade tenho certeza, mas queria parecer saber menos para poder aprender mais). Agora no meu imaginário vejo a bela cidade de Beirut, nas fotografias de quando antes da destruição da guerra civil, crio representações de algo que somente me disseram e acrescento pimenta musical ao delírio da faculdade da fantasia; Amigos de infância, que eram de Beirut reaparecem de fato, e trazem novos. Vejo pessoas do hoje beirutando lá no extremo do Mediterrâneo ao som da música circense, risadas. Devaneio: poesia de figuras sem fonemas para denotar ou conotar. Let the seasons begin !
Show no Rio, 8/9
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É minha primeira visita no seu blog. Você é profundo rapaz! Vida longa aos seus verbos!
ResponderExcluirAbraços!
Adorei seu blog rapaz! Vida longa aos seus verbos!
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